
quarta-feira, outubro 08, 2008
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
Há 26 anos a andar na festa!!!
1308 - Eduardo II, um dos responsáveis pela divisão do Parlamento britânico entre a Casa dos Lordes e Casa dos Comuns, é coroado Rei.
1551 - Criação da Diocese de São Salvador da Bahia, pelo Papa Júlio III,
1570 - O Papa Pio V excomunga a rainha Isabel I de Inglaterra
1836 - É patenteado o primeiro revólver, pelo norte-americano Samuel Colt.
1870 - Nos EUA, Hiram R. Revels, um membro do Partido Republicano, representando o estado do Mississipi, é o primeiro negro a ser eleito para o Senado. Ele assume o seu posto ao jurar servir no mandato provisório em substituição do Senador Jefferson Davis.
1947 - O Governo português determina que cessem as restrições ao consumo de energia eléctrica, em vigor desde a Segunda Guerra Mundial.
1961 - É assinado o contrato para a construção da Ponte sobre o Tejo António de Oliveira Salazar, em Lisboa, com a United States Steel Export Company.
1991 - Guerra do Golfo: Um missil Scud iraquiano atinge uma base militar americana em Dharan na Arábia Saudita matando 28 marines norte-americanos durante a Guerra do Golfo.
1993 - Kim Yong-sam é eleito Presidente da Coreia do Sul, o primeiro civil a ocupar o cargo.
2005 - Rússia e Irão assinam um acordo de fornecimento de combustível nuclear russo para a futura central nuclear iraniana.
Nascimentos
1643 - Ahmed II, sultão otomano (m. 1695)
1841 - Pierre-Auguste Renoir, pintor impressionista francês (m. 1919).
1842 - Karl May, escritor alemão (m. 1912).
1855 - Cesário Verde, poeta português (m. 1886).
1888 - John Foster Dulles, secretário de estado norte-americano e director da CIA (m. 1959).
1891 - Alfredo Marceneiro, fadista português (m. 1982)
1896 - Alberto da Veiga Guignard, pintor brasileiro (m. 1962)
1902 - Oscar Cullmann, teólogo francês. (m. 1999)
1917 - Anthony Burgess, escritor britânico, Laranja Mecânica, (m. 1993).
1943 - George Harrison, cantor, músico e ex-integrante dos Beatles, (m. 2001)
1944 - António Damásio, neurologista e neurocientista português
1953 - José María Aznar, político espanhol
1981 - Park Ji-Sung, futebolista sul-coreano do Manchester United.
1982 - Tomás Pimenta da Gama, Rei e Senhor, Portugal.
Falecimentos
1558 - Leonor de Áustria, rainha de Portugal e França (n. 1498)
1577 - Erik XIV, rei da Suécia (n. 1533)
1945 - Mário de Andrade, escritor brasileiro (n. 1893)
Feriados e eventos cíclicos
Santa Valburga: virgem e abadessa nascida em Wessex (n. 730) e (m. 799).
Antigo Egito: dia de Nut, deusa do céu e guardiã das estrelas.
Dia da pátria no Kuwait
.
Santos do dia
Santa Valburga; Santo Tarásio; Domingos Lentini.
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
Sou um puto irresponsável...

Já trabalhei antes, mas agora é mesmo a sério.
Supostamente passei para um outro patamar da minha vida. Um patamar em que recebo um ordenado, em que tenho que manter uma certa postura e em que tenho responsabilidades que não tinha antes.
Em todos os trabalhos que já fiz, sempre tive um certo grau de responsabilidade, é certo, mas agora há coisas que dependem mesmo do meu bom ou mau desempenho. Sou o responsável pela fluidez da área de Marketing e Publicidade duma empresa e tudo o que faço se repercute noutras actividades/áreas que são importantes para essa empresa.
O estranho disto é que, e ao contrário da maioria dos meus amigos que já começaram a trabalhar à séria, eu sinto-me o mesmo puto irresponsável que me sentia quando os trabalhos que realizava não passavam de promoções ou coordenação de trabalhos de “hospedeiras”.
Tenho que manter a tal postura mais séria e calma (os meus colegas não me conhecem mesmo) mas no fundo é uma postura que não é bem a minha.
Não consigo deixar de pensar que só trabalho para viver! Há aqui gajos que vivem para trabalhar.
Eu não! Eu continuo a querer é festa, rebuliço, forrobodó!
Ando a reprimir durante toda a semana esta ânsia infantil de gritar, falar alto, “apalhaçar”, preciso mesmo das “minhas parvoíces”, a minha vida gira em torno de parvoíces, é assim que gosto de viver.
O Ordenado sabe-me bem, ó se sabe. Mas sinto-me a viver uma vida que não é a minha e ainda não percebi se estou feliz.
Não faço tudo o que gosto, mas gosto de tudo o que faço, apenas não percebi se é mesmo este o meu caminho.
O Arco Íris tem muitas cores que vão do mesmo ponto de partida ao mesmo ponto de chegada (a minha realização), sendo cada cor um caminho, ainda não percebi se estou na cor certa. Umas são mais rápidas outras mais compridas mas sei que, independentemente da cor em que me encontrar, vou lá chegar e encontrar o meu pote de ouro.
Chego ao fim-de-semana e solto-me...Sou mais EU!
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
quinta-feira, janeiro 31, 2008
Armandinho - Desenho De Deus
Ele tava namorando.
Quando Deus te desenhou,
Ele tava namorando.
Na beira do mar,
Na beira do mar do amor.
Na beira do mar,
Na beira do mar do amor.
Papai do céu na hora de fazer você,
Ele deve ter caprichado pra valer,
Botou muita pureza no seu coração,
E a sua humildade fez chamar minha atenção.
Tirou a sua voz do própolis e mel,
E o teu sorriso lindo de algum lugar do céu,
E o resto deve ser beleza exterior,
Mas o que tem por dentro para mim tem mais valor.
Quando Deus te desenhou,
Ele tava namorando.
Quando Deus te desenhou,
Ele tava namorando.
Na beira do mar,
Na beira do mar do amor.
Na beira do mar,
Na beira do mar do amor.
Papai do céu na hora de fazer você,
Ele deve ter caprichado pra valer,
Botou muita pureza no seu coração,
E a sua humildade fez chamar minha atenção.
Da estrela mais bonita ao brilho desse olhar,D
iamante verdadeiro sua palavra foi buscar,
O resto deve ser, beleza exterior,
Mas o que tem por dentro para mim tem mais valor.
quarta-feira, janeiro 30, 2008
Já estava na altura...
quinta-feira, novembro 29, 2007
terça-feira, maio 22, 2007
Os "sus-peitos" do costume...neste caso as suspeitas...!

Esta, tem "dois pesos" na consciência...hehe
terça-feira, maio 15, 2007
segunda-feira, maio 07, 2007
Por amor de Deus vejam esta enciclopédia, riam-se e digam-me se não está de sonho!!!
http://eos.fe.up.pt/exlibris/dtl/d3_1/apache_media/web/7640/index.html
terça-feira, abril 10, 2007
Bebedos conhecidos...
segunda-feira, março 26, 2007
Desenvolver a criatividade...

Esse pequeno trecho a seguir, retirado do livro: Um “toc” na cuca, ed. São Paulo, ilustra exactamente onde ocorre essa mudança.
“Quando eu estava no meio do curso, o meu professor de inglês fez uma pequena marca de giz no quadro-negro.
Ele perguntou à turma o que era aquilo. Passados alguns segundos, alguém disse: ’É uma marca de giz no quadro-negro’. O resto da classe suspirou de alívio, porque o óbvio foi dito e ninguém tinha mais nada a dizer. ‘Vocês me surpreendem’, disse o professor, olhando para o grupo. ‘Fiz o mesmo exercício ontem, com uma turma do jardim da infância, e eles pensaram numas cinquenta coisas diferentes: o olho de uma coruja, um insecto esmagado e assim por diante. Eles realmente estavam com a imaginação a todo vapor’.
Nos dez anos que vão do jardim da infância ao liceu, nós tínhamos aprendido a encontrar a resposta certa, mas também havíamos perdido a capacidade de procurar outras respostas certas e perdido muito em capacidade imaginativa”.
Decidi fazer o mesmo exercício e imaginar outros significados para este “ponto branco num fundo preto” e as conclusões foram as seguintes: O ovo dum insecto; o planeta Vénus numa noite nublada ou escura; uma luz ao fundo do túnel; a vista dum monóculo virado ao contrário; um ponto final a jogar ao quarto escuro; uma gota de tinta no alcatrão; uma lanterna no meio da escuridão do mato; uma tecla de computador com um ponto final; um pirilampo; a luz de presença da cana dum pescador; um barco de pesca em alto mar; um grão de sal grosso numa frigideira preta; etc.
Desafio todos os que queiram a deixar aqui a sua opinião. Serve de pouco, mas é um bom exercício para estimular a criatividade.
tomás pimenta da gama.
terça-feira, março 13, 2007
Questionário de Proust por: tomás pimenta da gama
Lisboa, uma boa casa no centro de Lisboa.
2Qual o seu ideal de felicidade na terra?
Santidade.
3Por que faltas tem mais indulgência?
Maledicência.
4Quais os seus heróis de ficção preferidos?
Dr. House, Homem Aranha e SonGoku.
5Qual o seu personagem histórico preferido?
Jesus Cristo.
6As suas heroínas preferidas da vida real?
A minha querida mãezinha.
7As suas heroínas na ficção?
Sydney Bristow “A Vingadora”.
8Qual é o seu pintor preferido?
Gustav Klimt e Leonardo Da Vinci.
9Qual é o seu músico preferido?
Jack Johnson.
10Que qualidade prefere no homem?
Fé e carácter.
11Que qualidade prefere na mulher?
Fé e feminilidade.
12Qual é para si a maior virtude?
Fé.
13Qual a sua ocupação preferida?
Estar com os amigos e “amar”...hehe.
14Quem gostaria de ter sido?
Tomás de Aquino ou António de Bulhão.
15Qual é o principal traço do seu carácter?
Amigo e Bom.
16O que aprecia mais nos seus amigos?
Entrega.
17Qual é o seu principal defeito?
Egocentrismo e preguiça.
18Qual é o seu sonho de felicidade?
Santidade.
19Qual seria para si a maior da desgraças?
Ausência de Deus.
20O que gostaria de ser?
Santo.
21Que cor prefere?
Verde.
22Qual a flor de que mais gosta?
Malmequer e Gerebéra.
23Que ave prefere?
Abetarda e Falcão peneireiro.
24Os seus autores preferidos em prosa?
Sándor Márai, Arthur Golden, Robert Alexander e João César das Neves.
25Os seus poetas preferidos?
Fernando Pessoa e Álvaro de Campos.
26Os seus heróis na vida real?
Paizinho e Papa João Paulo II.
27As suas heroínas na história?
Virgem Maria.
28Os seus nomes favoritos?
Tomás Maria, António Maria, Luís Maria, Maria do Mar, Maria Clementina, Caetana Maria, Constança Maria...entre outros “Marias”...
29O que detesta acima de tudo?
O pecado, principalmente quando é o meu!
30Os caracteres históricos que mais despreza?
Todos os genocídios, as grandes guerras mundiais, a Inquisição e vários aspectos do 25 de Abril de 74.
31O feito militar que mais admira?
Restauração da Independência.
32A reforma que mais admira?
O Catolicismo.
33Qual o dom da natureza que gostaria de possuir?
Voar. Sem ser da natureza, gostava de saber "o que as mulheres querem!".
34Como gostaria de morrer?
Rapidamente e de Velho.
35Defina o seu presente estado de espírito!
Calmo e apaixonado, porque a vida é a coisa mais linda e mais bela...lol
36Qual é para si o cumulo da indigência?
Miséria Moral.
37Qual o seu lema?
Não faço tudo o que gosto, mas gosto de tudo o que faço...e...”trabalha como se tudo dependesse de ti e confia como se tudo dependesse de Deus”.
Marcel Proust é um dos maiores escritores franceses de todos os tempos. Célebre tanto pela sua obra “Em busca do tempo perdido” como pela descrição do prazer quase erótico de comer “madeleines”, conhecidas em Portugal por...Madalenas...lol...um bolinho em formato de concha que, como é óbvio, também ficou famoso...!
Em meados do ano de 1886, o então jovem Marcel, aquando do festejo do nascimento duma sua prima, é convidado a preencher um questionário, o mesmo a que respondo acima. Proust responde a este questionário em duas alturas distintas da sua vida, uma em menino e outra já adolescente. As respostas do génio da literatura, tornaram o questionário tão famoso que virou uma espécie de padrão até de entrevistas jornalísticas. É um questionário que nos permite em breves instantes, ou não, meditar um pouco nas nossas vidas, nas nossas opções, nas nossas preferências. Ajuda-nos a conhecermo-nos melhor, coisa da qual fugimos a sete pés. Pouca gente gosta de fazer silêncio interior e meditar sobre si próprio!
Será que daqui a uns anos responderei de forma diferente? Só Deus sabe, mas prometo que daqui a uns anos volto a pegar nele!
tomás pimenta da gama.
terça-feira, fevereiro 06, 2007
Quero dormir contigo, és a minha "fada"...
Quero-te comigo em todas as camas por esse mundo fora. Contigo eu sonho!
És tu quem me conforta nas noites de solidão, só tu sabes todos os meus segredos, é em ti que deixo cair as minhas lágrimas. Adoro-te almofada!!!
quarta-feira, janeiro 17, 2007
Preto e Branco!
Em Portugal dizemos negro, no entanto, nos "States" dizer nigger é uma grande ofensa! Eles lá dizem preto (p.ex. "black people music" e não acham ofensivo)!
Ora bem, se eu que tenho vários amigos pretos, lhes chamar "pretos" eles não se ofendem (tipo: "ó preto anda cá..."). Mas há aqueles a quem faz a maior confusão.
Eu sei que cá, preto pode ser muito mais ofensivo que negro, mas mesmo assim faz me confusão "eles lá" dizerem black e nós não. Se um preto me chamar cor-de-rosa eu não adoro, é certo, até pk sou muito mais branco (ou beije se preferirem) do que cor-de-rosa, mas caguei e andei.
Para mim é mais ofensivo chamar um preto de negro ou de "africano" (quando muitas vezes de africano já só têm os trisavós e a cor que hereditariamente lhes "calhou") do que preto com todas as letras.
Discuti outro dia isto com um amigo preto, dos que não se importam que lhes chamem assim e ele também não percebe o complexo que certos pretos têm com essa denominação. Ele diz que pior ainda, tal como para mim é mau chamarem-me de beije, para ele o pior é chamarem-lhe castanho.
O que eu vim a descobrir é que toda esta história do "preto" ser ofensivo, vem dos tempos coloniais e ainda não "sarou". Eles eram assim tratados e dai o desgosto por esta forma de os chamar. Pois eu vou continuar...se me quiserem chamar branco, beije, cor-de-rosa, caucasiano ou outra coisa qualquer chamem-me!
segunda-feira, dezembro 04, 2006
A minha opinião sobre o aborto é:
A pergunta é: “Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas dez primeiras semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?”
Não sei se têm paciência para ler, mas aqui fica para os interessados a opinião de uma pessoa que respeita todas as opiniões, concordando apenas com esta.
CAPÍTULO II
Dos crimes contra a vida intra-uterina
Artigo 140º
Aborto
1 - Quem, por qualquer meio e sem consentimento da mulher grávida, a fizer abortar é punido com pena de prisão de 2 a 8 anos. (Bom isto é lógico, o que seria…)
2 - Quem, por qualquer meio e com consentimento da mulher grávida, a fizer abortar é punido com pena de prisão até 3 anos. (Até devia ser punido com mais anos. Os médicos, enfermeiros e auxiliares de saúde, não sei se é do conhecimento geral, fazem um juramento de salvação da vida humana sem excepção, logo deveriam deixar de fazer abortos, é “ilógico” e o pior é que cientificamente está provado que a há vida desde o inicio)
Artigo 141º
Aborto agravado
1 - Quando do aborto ou dos meios empregados resultar a morte ou uma ofensa à integridade física grave da mulher grávida, os limites da pena aplicável àquele que a fizer abortar são aumentados de um terço. (Claro, se é considerado crime, então tem toda a lógica que assim seja, mas se a opção foi tomada pela mulher então também ela deve ser punida e talvez o namorado ou marido ou a “curte” da mulher também, pelo simples facto de permitir o aborto. Vivemos na sociedade da desresponsabilização, se uma pessoa vai para a cama, faz amor, sexo, o que seja, com outra e não se previne antecipadamente (o que também condeno) tem obviamente que se responsabilizar pelos actos cometidos, infelizmente cada vez se vê menos isto.)
2 - A agravação é igualmente aplicável ao agente que se dedicar habitualmente à prática de aborto punível nos termos dos nºs 1 ou 2 do artigo anterior ou o realizar com intenção lucrativa.
Artigo 142º
Interrupção da gravidez não punível
1 - Não é punível a interrupção da gravidez efectuada por médico, ou sob a sua direcção, em estabelecimento de saúde oficial ou oficialmente reconhecido e com o consentimento da mulher grávida, quando, segundo o estado dos conhecimentos e da experiência da medicina:
a) Constituir o único meio de remover perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida; (Se não houver esperanças de vida para a criança, então até concordo, mas se há possibilidades da criança nascer e desenvolver-se eficiente ou deficientemente, então não posso concordar, mais vale salvar uma vida que está no seu inicio, que uma em fase de maturidade, na minha opinião)
b) Se mostrar indicada para evitar perigo de morte ou de grave e duradoura lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida e for realizada nas primeiras 12 semanas de gravidez; (sublinho o que escrevi na anterior)
c) (*) Houver seguros motivos para prever que o nascituro virá a sofrer, de forma incurável, de grave doença ou malformação congénita, e for realizada nas primeiras 24 semanas de gravidez, comprovadas ecograficamente ou por outro meio adequado de acordo com as leges artis, excepcionando-se as situações de fetos inviáveis, caso em que a interrupção poderá ser praticada a todo o tempo; (Concordo plenamente, excepto no caso de grave doença e malformação congénita. Então quer dizer que a mulher pode abortar se, previsivelmente, o filho nascer deficiente! Sim senhor, muito bem, mas então uma mulher que vá a passear o seu bebé de digamos 4 anos, num carrinho de bebés e atravessar uma rua e por azar vier um camião em excesso de velocidade e atropelar o bebé, deixando-o com danos irreparáveis, quer físicos quer mentais, pode igualmente a sua mãe enviá-lo para “abate”? Se eu tiver um filho, e se lhe acontecer alguma desgraça durante o seu crescimento, seja ficar sem um braço ou uma perna, seja ficar paraplégico ou ter um esgotamento irreversível, não vou deixar de o amar, não vou deixar de lhe tentar proporcionar toda a felicidade do mundo. Como é que, por saber em antemão, ou “ecografícamente como dizem, que o meu bebé vai nascer deficiente, como é que lhe posso negar o direito à felicidade e ao amor? Só um grande egoísta que pensa no sacrifício que seria criar um “ser” destes o faria. Dá trabalho, pois dá, todos os filhos dão. Talvez dê menos que um filho que se meta na droga)
d) (*) A gravidez tenha resultado de crime contra a liberdade e autodeterminação sexual e a interrupção for realizada nas primeiras 16 semanas. (Devo começar por dizer que defendo a vida humana sobre todas as coisas por isso, a meu ver e nunca tendo passado pela experiência, só vou supor o que faria no caso duma filha minha ser violada. Em primeiro lugar capava o sacana que lhe tinha feito uma coisa dessas, depois batia-lhe e fazia-lhe todo o tipo de maldades que pudesse, menos matá-lo. Em segundo, a decisão nunca seria minha, mas, pediria à minha filha que tivesse a criança. Se ela não conseguisse suportar a dor de ter que conviver com uma criança fruto de maus tratos sofridos e violação, eu próprio tentaria “adoptá-la” e criá-la como se de um filho se tratasse, com todo o amor. Em último caso, se eu próprio não conseguisse aguentar esse sofrimento, pediria à minha filha que a pusesse no mundo e o entregasse a uma instituição de acolhimento de crianças para adopção. Acham mau?! Eu não! Nem todas as instituições são como a Casa Pia e de alguma forma estaria a dar a essa criança a oportunidade de ser feliz um dia (talvez não no principio da sua vida, por ser “abandonado”, mas quando tivesse idade para casar e ter filhos e aí sim, ser feliz em família, o que ele nunca teria tido em criança)).
2 - A verificação das circunstâncias que tornam não punível a interrupção da gravidez é certificada em atestado médico, escrito e assinado antes da intervenção por médico diferente daquele por quem, ou sob cuja direcção, a interrupção é realizada.
3 - O consentimento é prestado:
a) Em documento assinado pela mulher grávida ou a seu rogo e, sempre que possível, com a antecedência mínima de 3 dias relativamente à data da intervenção; ou
b) No caso de a mulher grávida ser menor de 16 anos ou psiquicamente incapaz, respectiva e sucessivamente, conforme os casos, pelo representante legal, por ascendente ou descendente ou, na sua falta, por quaisquer parentes da linha colateral.
4 - Se não for possível obter o consentimento nos termos do número anterior e a efectivação da interrupção da gravidez se revestir de urgência, o médico decide em consciência face à situação, socorrendo-se, sempre que possível, do parecer de outro ou outros médicos.
(*) Redacção da Lei nº 90/97, de 30-07
Aqui fica a minha opinião de cidadão consciente e não influenciado por tendências partidárias, apesar de me considerar uma pessoa de direita, nem religiosas, apesar de ser católico, apostólico, romano. Esta é a opinião duma pessoa que adora a vida e que a defende acima de tudo. Para esta análise, tentei abstrair-me da minha religião (sabendo que totalmente é sempre impossível dado que inconscientemente estou marcado pela mesma) e pensar logicamente sobre este assunto que tanta polémica levanta. Não é uma questão religiosa ou partidária, é uma questão humana e científica (já que está provado que desde muito cedo são emitidas ondas cerebrais pelo feto)
Saiba-se que estou totalmente contra a actual lei da interrupção voluntária da gravidez, mas para a alterar para pior, ainda mais contra estou. Não é a lei que está errada, a actual, são todas as que possibilitem a desresponsabilização da sociedade em que vivemos. Começamos pelo aborto e qualquer dia as pessoas andam armadas (legalmente) de pistola em punho, porque têm medo que lhes façam mal e aí voltamos aos tempos dos cowboys, Portugal vira Faroeste. O medo destrói as sociedades. Mas tentar combater esse medo com violências acho igualmente mau. O cidadão tem que se responsabilizar pelos seus actos. Sempre, em todas e quaisquer situações. Se há fecundação, tem que haver nascimento. O aborto, não é um método anti conceptivo. É um crime e crime deverá continuar. Por mais que um crime se realize, não é motivo para o descriminalizarmos. Vejamos, se as burlas fiscais são proibidas, por mais que aconteçam, deverão continuar a ser consideradas crime. Logo, com o aborto passa-se o mesmo, por se realizarem cada vez mais abortos ilegais, não deve a sociedade abstrair-se desse facto e passar a considerá-lo como “não crime”, porque coitadinhas das mulheres que o fazem sem condições nenhumas. Se ficaram à espera de bebé, então tenham o filho ou habilitem-se às consequências do aborto.
Caso surjam duvidas, basta perguntarem que eu respondo.
tomás pimenta da gama
quinta-feira, novembro 16, 2006
Fui trabalhar para a Parada da Sic no seu aniversário e vejam bem com quem eu estive...lol
Depois da Tia Lili Caneças, da Carla Matadinho, entre outras, só faltava mesmo a Ana(conda)Malhoa, O Conde White Castel, o Daniel Nascimento e a nossa querida Floribela!!!Lol...
Não, não vou virar...lol...eles entreteram-se um com o outro e eu fiquei com a Flor...lol...
Tava com vergonha de lhes pedir uma chapa, por isso tirei de "surra", não queria que me vissem a pedir ao Zé pa tirar fotos com ele. Ele bem queria, mas este menino que aqui está não entra nessas aventuras....enfim uma tarde engraçada...
terça-feira, setembro 26, 2006
Obrigado Mafalda!

Não sei sobre o que vou escrever, são 2:45 da manhã e cheguei agora a casa.
Apeteceu-me escrever, mas não tenho um tema definido ou escolhido. Apetece-me começar a escrever todas as estupidezes que me vêm à cabeça, mas acho realmente estúpido fazê-lo.
Estou a ouvir a Mafalda Veiga, que ainda é minha parente, porque o pai dela é irmão dum que por sua vez é filho de outro, que por sua vez é filho de outro (por incrível que pareça), que é filho de outro e por ai em diante até chegar a algum “quadrétratrizavô” (lol) meu que descendo a “escada” genealógica vem dar ao meu avô, que por sua vez vai dar ao meu pai e que, ainda mais incrível, vem dar a mim.
Uma grande artista, mas só a estou a ouvir porque, por acaso, encontrei por aqui por casa este cd durante as arrumações a que a minha mãe me obrigou a quando da minha chegada de nova aventura por terras Cabo-Verdianas.
Ela diz que: “Se me sentir perdido numa noite assim, em que as estrelas se misturam pelo chão, com o vento e a poeira (muito gosta ela de falar da poeira e do restolho), as lembranças e os cansaços que me fazem procurar o meu lugar. Se me sentir perdido numa noite assim, à deriva pelo meio da multidão, sem saber qual é o caminho certo e o momento de parar e ouvir a voz do meu coração. Pode ser que encontre no olhar de alguém, o meu mundo perdido, a cor do meu céu, uma chama que a Lua faz dançar no escuro, um desejo escondido e o que ficou, nos meus sentidos de alguma canção…”
Bom, isto há de querer dizer alguma coisa para a minha vida…ou melhor, para a minha e para a de todos…está muito vago. Tens que ser mais específica Mafalda!
A ver se não me esqueço de lhe dizer…
Voltando ao principio, como estava a escrever…ops…calma…parece que ela me está a cantar uma coisa mais específica…óóó diabo…já não ouvia este cd há mesmo muito tempo…bem ela cantou-me uma musica que fez muito sentido…parecia que Deus me estava a mandar rezar esta musica…é engraçado ver a maneira como Deus nos fala!
Vou para a cama…já são horas e depois de não sei quanto tempo sem escrever nada de jeito, deixo este texto sem fim, ou por outra, com a música que me fez rezar…
“Olha para Mim, deixa voar os sonhos, deixa acalmar a tormenta, senta-te um pouco aí. Olha para Mim, fica no Meu abrigo, dorme no Meu abraço e conta comigo que Eu estarei aqui. Enquanto anoitece, enquanto escurece, e os brilhos do mundo cintilam em Nós, enquanto tu sentes que se quebrou tudo, Eu estarei, sempre que te sentires só. Olha para Mim, hoje não há batalhas, hoje não há tristeza, deixa sair o Sol. Olha para Mim, fica no Meu abrigo, perde-te nos teus sonhos e conta comigo. Enquanto anoitece, enquanto escurece, e os brilhos do mundo cintilam em Nós, enquanto tu sentes que se quebrou tudo, Eu estarei, sempre que te sentires só. Enquanto anoitece, enquanto escurece, e os brilhos do mundo cintilam em Nós, enquanto tu sentes que se quebrou tudo, Eu estarei, sempre que te sentires só. Sempre que te sentires só. Sempre que te sentires só. Sempre que te sentires só.”
São as Pegadas na areia, mas com uma letra diferente?!
segunda-feira, julho 10, 2006
sexta-feira, junho 23, 2006

Mudei-me para o chão e na carpete me deitei a olhar o candelabro de cristais puros que ocupa o meio do tecto da mesma sala. Apeteceu-me parti-lo, mas não. Levantei-me de ressalto e andei à volta da mesa de pé de galo, situada junto ao sofá, onde por cima do seu tampo de verde veludo, se já jogaram grandes más educações.
Parei um momento. Fiquei junto à escrivaninha e acalmei. Sentei-me na cadeira de pinho, “tinha o rádio ligado e estava à procura duma estação FM, mas de repente deixou de dar sinal e eu pensei que era avaria, por isso continuei a rodar os botões com a cabeça em baixo, ao nível do painel”.
Voltou a irritação. Mandei tudo para o “galheiro” com um soco monumental e, o rádio parou de vez.
Pensei que ia morrer naquele instante.
O meu pai adorava aquela telefonia antiga do tempo dos australopitecos e então ainda me apeteceu partir mais coisas.
Voltei a parar, desta feita junto da janela que dá para a varanda com vista para o Jardim das Amoreiras, com a capelinha do mesmo de fronte.
Olhei as criancinhas que brincavam nos baloiços e no escorrega, rindo e pulando contentes, por não saberem o que a vida lhes reservava. Fiquei triste!
Porque não posso ser como elas? Quero ser criança outra vez! Volta santa inocência, por favor volta!
De súbito, estando eu tão concentrado a olhar as tais “personagens”, a jarra das flores da Companhia das Índias, que a minha avó deu à minha mãe, cai ao chão partindo-se em cacos por causa da rabanada de vento de que foi vitima, tirando-a de cima do seu poiso natural, a televisão, local donde não saía desde que lá fora posta, ai há uns 10 mil anos.
Andei às voltas e voltinhas em redor do cadeirão de meu pai e pensei como estava infeliz.
A minha imaginação levou-me para caminhos pouco singelos como a politica externa, a fome no Dubai, a comunicação global das multinacionais globalizadas e globalizadoras, temas como a filosofia ou a religião afundavam a minha mente num mar de Coca-Cola intoxicado por um produto químico qualquer como forma de atentado para aniquilar nações e acabar com uma marca, posto por um qualquer terrorista sem escrúpulos, vindo de um daqueles países árabes que julgam que o seu Deus lhes pede a guerra e a morte.
Lembrei-me ainda de meditar sobre a história da morte mirabolante do rapaz ostra entre outras e ainda sobre temas de teologia profunda, aprofundando por sua vez a profundeza do catecismo da Igreja católica.
Voltei a mim estava deitado novamente, debaixo do candelabro de cristais puros que ocupa o centro do meu tecto e pus-me a pensar se estaria a ficar louco, mas logo percebi que não.
Agarrei uma mãozinha de madeira, daquelas que servem para coçar as costas e pus-me a abaná-la no ar e aí pensei na lei de Newton, na gravidade e na relatividade, na lei da inércia e outras forças da física. A força é má! Sempre me ensinaram que “F = m.a”, logo a força é “má”!
Estaria alucinado?
Realmente a velha da empregada não pode comigo e poderia muito bem ter-me deitado algo na garrafa de vinho Paço do Conde, colheita de 2002, que bebia e se situava em cima da camilha, ao lado das fotografias da família, só para que pensasse nesse mesmo sentimento de loucura alucinada que me assombrava no momento. Mas também logo me lembrei que não fora essa a causa, a velhaca havia morrido uma semana antes ao debruçar-se pressionando o piano desafinado, fazendo saltar uma das cordas, que se faziam presas às teclas, morrendo de susto com o barulho, por julgar a casa assombrada.
Tentei não pensar mais no assunto, mas não consegui e decidi ir para a cozinha.
Fiz duas torradas e a torradeira fez curto-circuito.
tomás pimenta da gama
quinta-feira, junho 15, 2006
terça-feira, maio 30, 2006
domingo, maio 14, 2006
Eu sou isto...

Milhares de tentações
Meninas são tão mulheres
Seus truques e confusões
Se espalham pelos pêlos
Boca e cabelo
Peitos e poses e apelos
Me agarram pelas pernas
Certas mulheres como você
Me levam sempre onde querem
Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não
Garotos como eu
Sempre tão espertos
Perto de uma mulher
São só garotos
Seus dentes e seus sorrisos
Mastigam meu corpo e juízo
Devoram os meus sentidos
Eu já não me importo comigo
Então são mãos e braços
Beijos e abraços
Pele, barriga e seus laços
São armadilhas e eu
não sei o que faço
Aqui de palhaço
Seguindo seus passos
Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não
Garotos como eu
Sempre tão espertos
Perto de uma mulher
São só garotos
Perto de uma mulher
São só garotos
(Leoni)
“Tanks Natxiii”
terça-feira, maio 09, 2006
Palavras foleiras, será???

Isto podia perfeitamente ter sido escrito pela Paula Bobonne...
Hoje assisti a uma interessante conversa de café entre um “beto-construtor” (vulgo queque com a mania que é radical) e um construtor-beto (vulgo um radical com a mania que é menino fino…lol), sobre o que se deve ou não dizer, tipo palavras que se podem dizer duma forma mas que de outras “soa a foleiro”.
Nem costumo ser um gajo muito preconceituoso, mas é certo que por acaso até nasci numa família com determinados valores sociais, de tradição monárquica, com um nível de “conservadorismo” alto (e caricato na minha opinião) e onde me foi incutido um certo e determinado tipo de linguagem que muitos dos com quem me dou não compartilha. Não me importo nada que amigos meus digam essas palavras “feias”, eu não digo, mas lá está, porque me foi ensinado assim!
É como o dar dois beijinhos, eu só dou um (o segundo só se for na boca…lol) mas odeio deixar pessoas penduradas.
Andar de meias brancas é outra, não ando e pronto, mas isso acho mau gosto, enfim!
A alguns ainda digo, olha eu acho foleiro dizer isto desta forma ou “não-sei-quê” de outra forma, mas não obrigo ninguém a mudar porque é mais fino dizer-se aquilo ou aqueloutro. Até porque também digo muita barda…lol…muita merda sai desta boca, tal como agora me sai do cérebro para os dedos.
De qualquer maneira achei giro e parvo (porque até concordo com o corrector, apesar de eu não impor), e vai daí lembrei-me de por aqui algumas das palavras comentadas porque gostei da explicação do “queque” para o “chunga”…lol…infelizmente não tinha gravador na altura para transcrever tudo o que se disse e que era muito parvo, mas vou tentar ser mais ou menos fiel ao que ouvi na altura! Hehe…com isto dou uma facadazinha nos meus amigos que não dizem tudo como eu, mas espero divertir muitos que o dizem também…e ficam a saber que oiço muita conversa de café só para poder escrever coisas parvas quando chego a casa e não tenho nada para fazer…lol.
Ó chunga, não deves dizer vermelho, porque vermelhos são os comunistas e esses roubaram muitas terras à minha família, o certo é dizer encarnado! (Aqui não errou, é mesmo isso, o dizer ou não vermelho, pode ter conotações politicas a explicação é que é um tanto ou quanto desnecessária).
Ó chunga, não deves dizer sanita, porque isso era uma marca de retretes tal como a sanitana, valadares ou outra qualquer e a pia é o lugar para onde ia antigamente a água do lava loiças e não a da casa de banho. (Certo, vá lá não lhe terem posto o nome de Hipólito que é o nome de um dos meus melhores amigos e simultaneamente de uma marca de “órinóis” e retretes…lol)
Ó chunga, não deves dizer negro, porque isso é uma coisa escura, a cor é preta e não negra. (Também não posso comentar, o gajo até tem razão, mas até a mim já estava a irritar)
Ó chunga, não deves dizer lilás ou violeta, porque roxo é que é. (Aqui não houve mais argumentos…lol…deve ser mais fixe…lol)
Ó chunga, não deves dizer prenda, mas presente! É mais bonito! (Está errado, não se deve dizer prenda porque prenda vem do grego prendere (não estou certo que se escreva assim, eu sei estas coisas parvas, mas não sou formado em gregas…lol) o que significa ficar preso a, logo se estamos presos a, seja em que sentido for no caso duma oferta, é mau porque não é total, daí dizer-se presente, presenteio a tua, ou a minha estada, seja aqui, seja na vida seja onde for com este presente, és uma “coisa” presente para mim, por isso toma lá…lol).
Ó chunga, não deves dizer automóvel, mas sim carro, automóvel é piroso dizer-se! (Por acaso eu sempre disse carro não sei porquê, mas sei que correcto, correcto é dizer automóvel, aqui não o entendi).
Ó chunga, não deves dizer rádio, isso é só para as estações, correcto é dizer telefonia! (Certíssimo, já dizia a minha avó e essa não se engana).
Ó chunga, deves dizer por exemplo discoteca e não boíte, esse é o sitio onde trabalham meninas da vida. (Pois, isso é agora, no tempo dos meus pais eles iam à boíte e não à discoteca).
Ó chunga, não deves dizer o comer, mas o jantar ou o almoço, o comer é muito ordinário! (Bom ordinário ou não, o certo é que é mesmo muito feio…lol).
Ó chunga, não deves dizer aleijei-me, mas magoei-me. É mais bonito. (Sim muito mais, concordo, mas um gajo quando se magoa quer lá saber se se magoa se se aleija…lol)
Ó chunga, não deves dizer cortinados, mas cortinas! (Errado, uma coisa é uma coisa, agora uma outra coisa é uma outra coisa…lol…sejamos coerentes meu amigo, coitado do rapaz…lol).
Ó chunga, não deves dizer sabonete mas sabão, também é mais bonito. (Ao que o chunga deveria ter respondido: Yah, sabonetes apanham os presos…lol…o gajo não se manca, se fosse comigo já tinha levado…lol)
Ó chunga, não deves dizer coêlho, nem espêlho, nem vermêlho, porque isso dizem os do campo! (Pois mas infelizmente para ele nós, os daqui do centro, é que dizemos mal, devíamos saber falar melhor português, mas enfim).
And so on, and so on…a conversa deve ter continuado, mas infelizmente tive que vir embora, foi um curto espaço de tempo, mas ri-me muito interiormente, fez-me bem ouvir aquilo e eles também não disfarçavam muito, foi a conversa mais normal do mundo…lol…espero apanhar mais conversas destas durante as minhas passeatas pela grande Cidade de Lisboa, mas por agora é esta que aqui fica, não na integra, porque é impossível decorar todas, mas algumas das que me fizeram pensar na forma como as digo. Se por ventura me lembrar de mais alguma eu escrevo, acho parvo, logo acho giro, logo escrevo.
tomás pimenta da gama.
sábado, abril 15, 2006
Fé versus Lógica...
sábado, abril 08, 2006
Agaaaaaaaaaain...
Relativamente ao que me tinhas dito, eu até percebi muito bem, tu é que mais uma vez parece que não…devo ter realmente um problema de expressão escrita. É que quando dizes que não percebo e sou burro (e quem diz é quem é), quando pedes para reduzir o tamanho dos meus textos mas não a minha “veia criativa” (se é que tenho disso), não percebeste tu que o que eu queria dizer é que não tens que ler o meu blog por obrigação. Se a minha “veia criativa” me leva a escrever muito, escrevo, se não, não escrevo!!! Se tens paciência lês, se não tens, não lês. É simples. (E tu? Tens capacidade para perceber isto?). O blog é meu…toma, toma!!! (Lá estou eu com as minhas parvoíces). Já agora, lê o meu texto sobre o escrever…pode elucidar-te! O escritor só pára quando sente que deve (apesar de não ser escritor, eu faço o mesmo).
Enganas-te mais uma vez Também quando julgas que te afronto (gostei do “diálogo físico”) por te pedir que te apresentes, longe de mim fazer algum mal a alguém, quando o disse foi por mera curiosidade, estava a gostar do bate boca, mas aí julgava que não fazias a mínima ideia de quem eu era e (ingénuo) pensei que aqui tivesses vindo parar ao meu blog só por acaso, como quem vagueia pela blogosfera…agora vejo bem que sabes quem sou e posso deduzir que realmente e infelizmente, só podes ser um daqueles cobardezinhos que tem medo de assinar o próprio nome (que se bem te lembras é o que nos define), pois não te referi nunca que fazia surf, mas desportos radicais, logo aí denunciaste-te e relativamente ao que faço ou já fiz…sinceramente não tens nada a ver com isso, mas vou te dar um brindezinho. Se queres saber, surf realmente já não faço desde o Verão, mas tas com azar, acabo de chegar sabes de onde? Adivinhaaaa…dum treino de forcados…e apesar de já não fazer parte, peguei e tudo….heeeeeeeee…sabes segui o teu conselho e “apimentei o meu dia-a-dia”, afinal não é só falar, falar sem se ver nada.
Bom espero que isto te chegue.
PS – Podes continuar a ver o blog sempre que queiras e a postar nele comentários parvos como tens feito, eu acho piada sinceramente, só não te vou poder responder durante a próxima semana, porque não vou estar cá, tirando isso, deixo te este tempo todo para meditares a fundo nalgumas coisas que te disse. Eu vou fazer o mesmo com o que me disseste!
PPS – Já agora, não sei se depois de tudo isto, especialmente o teu último texto, terei vontade de algum dia vir a saber quem és, foi realmente uma revelação perceber que me conhecias…por isso podes não te revelar nunca.
PPPS - Lá estou eu a escrever muito outra vez...
Abraço e até para a semana eu...
Adeus e até para a semana que vem…eu
sexta-feira, abril 07, 2006
Ó anonymous...
Esclarecimento a anonymous parte 3 (a trilogia):
Os assíduos do meu blog (não devem ser mais de um, eu mesmo), sabem que desde ontem (dia 6 de Abril) travo uma amena cavaqueira com um certo e determinado individuo chamado anonymous.
Tem sido interessante expor e ver expostos dois tipos de opinião completamente diferentes e desiguais (esta é outra das minhas taras, adoro repetir duas vezes a mesma coisa com palavras diferentes).
A principio e já vem de algum tempo para cá, passava-me e “ressabiava-me todo” (não sei se é assim que se escreve), com aquele típico cobardezinho que querendo atingir-me me mandava ou mensagens anónimas, ou mails anónimos e mais recentemente comments anonymous (ver comments do blog lááááááá para baixo algures)! É certo que quando faziam, o faziam com bastante eficácia, visto que me atarantava o miolo!
Posso-vos dizer que depois destas conversas que tenho travado com este anonymous a minha irritação passou. Curei-me. Agora, já nem o ter que fazer a cama ao Domingo, nem a minha empregada (a Laura, a fadista) a aspirar-me aos ouvidos para me tirar da cama quando estou de ressaca, nem os meus pais a chamarem-me 50 vezes para ir conversar com eles me irrita. Não é fenomenal?
Só tenho que agradecer a este amigo anonymous a cura de tal mal.
Uma coisa que não tolero é pessoas a fazerem-se passar por outras e isso passou-se no segundo comentário que me expõem no texto “ Esclarecimento a anonymous” (o primeiro).
Quer dizer, sim senhor, um gajo está a travar amizade com certa pessoa e de repente vem outra a escrever com o mesmo nome (leia-se anonymous) e posta um comment aqui ao Tó Gama?!?!?!?!?! Outro anonymous é que não, a minha cabeça não aguenta, não há mensurabilidade é? Achas isso bem ó meu pulha?
O que vale é que o segundo anonymous conheço eu bem e não lhe levo a mal a paródia, mas quando li na diagonal (por ir a caminho da cama, pois tenho que me levantar cedo e já ia dormir depressa) ia perdendo as estribeiras e decidi ler com mais clama e responder aos dois de uma só vez.
Sim eu perco tempo com vocês até às 4h00 da manhã. Gosto mais do primeiro anonymous do que de ti P.M.B, mas quero que saibas que esta noite vou dormir ainda mais depressa do que pensei inicialmente só para te poder deixar aqui uma mensagem de apreço, simplesmente porque gostei do que disseste sobre os homens do teatro Kabuki.
Abraço eu (ou nós, ambos os dois, Tomás e Rubén).
Esclarecimento a anonymous parte 2 (a sequela)...
Recomeçando, fica certo que opinar no meu blog, algum dos meus posts, não é considerado por mim uma invasão nem dos meus costumes, nem das minhas ideias, nem dos meus devaneios (gosto desta também)!
Recebo uma boa crítica, bem fundamentada, e levo-as sempre como construtiva, bem como uma opinião destinada ao mesmo fim (espero que seja o caso).
Relativamente ao que dizes, não sei se por mero acaso, se por teres conhecimentos em horóscopologia (existe isto no dicionário?), onomástica ou algo que o valha, mas acertaste no busílis da questão (ui), passo a citar:
“Quem é para ti o Tomás? Como tu próprio o dizes, é um misto de duas, chamemos-lhes personagens, que em muito diferem mas de certeza que em muito se completam...”.
Esta é a definição de Tomás no dicionário onomástico dando um sentido prático à coisa! Ora bem, Tomás vem de Tomé (nome giro) e significa gémeos e sabes que mais??? Cada pessoa é o que quer dizer o seu nome já diziam os “não sei quantos”…
Pois bem se o meu nome é Tomás, se significa gémeos e se sou aquilo que significa o meu nome, acertaste em cheio e eu nunca me tinha apercebido disso (espanto), sou um, mas sou também todo eu dois (os gémeos) (novo espanto)! Prometo que hei de meditar sobre a questão.
Como eu ainda sou um bocado céptico a essa coisa toda de onomástica, acredito que não é bem assim.
Sabes, o Tomás, mesmo sendo “atadinho” como dizes (que não é mesmo), pode igualmente ser enérgico e rebelde, já pensaste nisso?
Tas a cingir-te só e unicamente ao que descrevi do Tomás no primeiro texto. Está certo! Mas a verdade posso te garantir, é que o Tomás também ele é um rapaz lutador e aventureiro, cheio de momentos de rebeldia pela vida fora, já fez de tudo um pouco, desde desportos radicais, a tentar pegar toiros, a desportos de combate, a viagens e inclusivamente num dia de maior loucura subiu a uma árvore de cerca de 1 metro de altitude, hein, 1 metro!!! (é certo que nessa altura era um pouco inconsciente e petiz demais para me aperceber dos perigos que corria, foi apenas com 9 anos e já eu cometia maluqueiras dessas, imagina o que a minha mãe não sofria…) e sendo assim tão tonto como sempre foi, o Tomás foi e é feliz, sempre com dias “apimentados” pela sua própria saudável loucura.
Escrevi isto tudo, simplesmente para te dizer que sim, uma vive sem a outra!!!
Abraço eu (forma narcisista com que gosto de me expressar).
quinta-feira, abril 06, 2006
Esclarecimento a anonymous:
quarta-feira, abril 05, 2006
Tomás ou Rubén...
O Tomás é aquele típico que quer arranjar uma linda mulher, por dentro e por fora, casar, ter muitos filhos e ser feliz para sempre, um apaixonado e romântico “poeta” da vida.
Tem alguns defeitos é certo, é preguiçoso, e completamente desleixado, desorganizado e distraído, mas são defeitos perdoáveis, o imperdoável é ser fraco nos momentos de maior tentação!!!
O Rubén por sua vez, também é um gajo porreiro, mas diferente, gosta de estar com os amigos mas numa de fazer merda, tem uma paixão pelo perigo e gosta de se arriscar. É pouco católico, muito pouco mesmo, e há quem o considere um mau gajo. Para se divertir vai para a night!
É uma personagem que vai singrando pelo mundo da maneira que pode, sempre com o mínimo custo possível. Pode-se dizer, que se vai safando…tendo este “safando” todos os sentidos que lhe possam ser impostos…Mulheres para ele ou de uma noite, ou de programa. Filhos nem vê-los, mas caso hajam algum dia, tudo menos casar.
Ser noctívago incorrigível, é daquelas pessoas de quem muito sei e de quem muito oiço falar, mas com quem nunca tive o privilégio (ou desgraça) de privar.
Do que sei dele, é um gajo que se embebeda muito, desinibindo-se, ficando com alguma graça por estar mais à vontade. O problema é que por mais de uma vez o viram a fazer merda da grossa seja à estalada com outro desgraçado qualquer, seja com alguma “iludida” que se lhe atravesse no caminho nocturno…Ele não sabe, “mas de noite morre-se devagar” (Miguel Sousa Tavares)!
Se me perguntam de qual gosto mais, acho que de nenhum a 100%, mas estando sóbrio sem duvida que do Tomás.
Ébrio é o Rubén quem leva a taça.
Diz a lenda, que numa entrevista um velho ancião índio norte-americano certa vez descreve os seus conflitos internos da seguinte forma:
- Dentro de mim há dois cães. Um deles é cruel e mau. O outro é muito bom. Os dois estão constantemente a brigar.
Quando lhe perguntam qual dos cães ganha mais brigas, o ancião parou, reflectiu e disse:
-Aquele que eu alimento mais frequentemente…
E aqui está, qual quero eu alimentar mais frequentemente???
quarta-feira, março 29, 2006
Gato Fedorento...
Acho que de hoje em diante e depois de ter visionado ou vislumbrado, este blog dos nosso amigos, ou não, vou começar a escrever coisas muito mais parvas!É mais giro.
http://gatofedorento.blogspot.com/
terça-feira, março 28, 2006
"Há no escrever um reter das palavras, tal como no falar um soltá-las..." (Maria Zambrano; 1904-1991)
-Solidão;
-Segredo;
-Fidelidade.
Considero que a base da escrita é a solidão, condição básica da escrita. Para a escrita existir tem que existir um romper do fluxo da vida; refúgio; colocar-se à distância; para ponderar/pensar sobre as coisas, sobre o que vivemos ou o que iremos viver, colocamo-nos como espectadores. Esta solidão vem associada à morte. Não à fisica, mas ao romper do fluxo de vida. O passarmos a ser espectadores da vida.
Se nós falamos por que é que temos necessidade de escrever???
Ora bem, a fala tem a ver com a espontaneidade, com impulsividade, com o imediato. Entregamo-nos ao momento, falamos com uma certa pressão, como se reagíssemos a um estímulo, "não conseguimos controlar o que dizemos", o que falamos. "É toma lá dá cá..."
A escrita não. Permite-nos antes, reconciliar o que dizemos/escrevemos com o que pensamos ou já pensámos, enquanto que na fala isto não se verifica. Dizemos o que vivemos, existe uma certa pressão continua das circunstâncias.
Dizemos uma coisa e ficamos aprisionados a essa coisa, ficou dito, é no fundo uma derrota, enquanto que na escrita temos autonomia. (Não sei se me fiz entender).
A necessidade de escrever nasce dessa derrota sofrida sempre que falamos. A palavra está ao serviço do momento (fala) ao contrário da escrita, pois conseguimos libertar-nos do momento.~Escrita é um exercicio que se faz à distância, no silêncio (não o fisico, mas o interior, se ambos melhor ainda). É um exercicio de ordenar e manipular as palavras, é uma actividade mediata (em que há meditação).
Na escrita as palavras ganham peso, perduram no tempo, ganham a momentaneidade das palavras faladas.
Porque é que eu tenho necessidade de escrever??? Porque "o escritor quer dizer o segredo". Não só por puro narcisismo, mas verdadeiramente porque quero descobrir o segredo...agora como e qual...vão ter que esperar que me ponha em solidão para vos conseguir explicar...o mesmo se passa com a tal fidelidade que vos falava no inicio e que considero uma das três regras básicas da escrita.
tomás pimenta da gama
segunda-feira, março 20, 2006
Brokeback quê???
Para quem não viu o filme, eu trato já de resumir: - tudo sobre dois cowboys que um dia descobrem que são rabetas! E conversa puxa conversa, quando dão por eles já se estão a escavacar um ao outro. Desenvolvendo, estes dois cowboys, vão para a montanha pastar ovelhas; depois aquilo até começa a nevar e não sei o quê ; e os gajos estão lá sozinhos e isolados; e vem um Ah, e tal ...tá frio não tá?! e o outro Ah, pois, tá a cair aquela nevezinha molha-parvos, que é assim fraquinha, mas é fria ... . Bom...começam com esta conversa meteorológica e ... pumba, quando dão por eles, tão-se a canibalizar ... Dai o nome do filme Brokeback Mountain (em Português Dobra-a-espinha na Montanha). Ora, pergunto eu, não havia mais nada para achincalhar?! Com os cowboys?! Isto são gajos que são suposto serem duros. Quer dizer que os cowboys quando estão lá a conduzir o gado e a gritar e a assobiar, é treino para gemerem melhor logo à noite?! E quando andam nos Rodeos aos saltos em cima de touros bravos?! é para tonificar as nádegas?! Eu fartava-me de brincar aos cowboys quando era puto e agora vem estes gajos e destroem o futuro de biliões de crianças que estão por nascer que, a partir de agora, não vão querer brincar aos cowboys porque isso é brincadeiras de limpa-fundos (e eu não estou a falar de peixinhos de aquário aqui). Já tou a ver um Chiquinho qualquer: Paulinho! ...vamos brincar aos cowboys?! Foooooosga-se!!!! Vai tu... Cowboys larilas?! Isto só podia ter nascido da cabeça de um chinês enfezado como aquele Ang Lee, que tá-se mesmo a ver o que é que ele quer... Aquilo é gajo para ter um quinta com 200 cavalos presos há 8 meses com uma corda nos estábulos e com uma fotografia da Miss égua 2005 em frente as ventas para que fiquem todos a relinchar e a escavar o chão à espera de acção. assim que entrar o Ang Lee, com uma dor nas costas... É que se esta porra pega, um dia destes temos ai um Manuel de Oliveira qualquer com um Dobra-a-espinha na Lezíria com dois campinos a cruzarem olhares gulosos...
(Autor desconhecido)
quinta-feira, fevereiro 02, 2006
She´s my home girl

Luxurious
Working so hard every night and day
And now we get the pay back
Trying so hard saving up the paper
Now we get to lay back
Champagne kisses hold me in your lap of luxury
I only want to fly first class desires, you're my limousine
So elegant the way we ride, our passion it just multiplies
There's platinum lightning in the sky
Look I’m livin' like a queen
This kind of love is getting expensive
We know how to live baby
We're luxurious like Egyptian cotton
We're so rich in love we're rollin' in cashmere
Got it in fifth gear baby
Diamond in the rough is lookin so sparkly
Working so hard every night and day
And now we get the pay back
Trying so hard saving up the paper
Now we get to lay back
Sugar, honey, sexy baby
When we touch it turns to gold
Sensitive and delicate kinda like a tuberose
You know you are my treasure chest
It's pure perfection when we kiss and
You're my Mr.. I’m your Miss
Gonna be until we're old
This kind of love is getting expensive
We know how to live baby
We're luxurious like Egyptian cotton
Working so hard every night and day
And now we get the pay back
Trying so hard saving up the paper
Now we get to lay back
Cha-ching cha-ching we're loaded and we're not gonna blow it
cha-ching cha-ching we're hooked up with the love cause we grow it
cha-ching cha-ching we got hydroponic love and we're smokin'
cha-ching cha-ching we burn it you and I, we are so lit
We're so rich in love were rollin' in cashmere
Got it in fifth gear baby
Diamond in the rough is lookin' so sparkly
Working so hard every night and day
And now we get the pay back
Trying so hard saving up the paper
Now we get to lay back
segunda-feira, janeiro 30, 2006
Conhecem o Ruben???
E me pergunto o que vivi;
Fui claro, fui real, é certo,
Mas como é que cheguei aqui?
A bebedeira às vezes dá
Uma assombrosa lucidez
Em que como outro a gente está.
Estive ébrio sem beber talvez.
E de aí, se pensar, o mundo
Não será feito só de gente
No fundo cheia de este fundo
De existir clara e ebriamente?
Entendo como um carrossel,
Giro em meu torno sem me achar…
(Vou escrever isto num papel
Para ninguém me acreditar…)
(Autor desconhecido)
Servir

do público, ou de um público; e recebe uma paga, a que chama o
seu "lucro" pela prestação desse serviço. Ora toda a gente que
serve deve, parece-nos, buscar agradar a quem serve. Para isso é
preciso estudar a quem serve -mas estudá-lo sem preconceitos
nem antecipações, partindo, não do princípio de que os outros
pensam como nós, ou devem pensar como nós -porque em geral
não pensam como nós -mas do princípio de que, se queremos
servir os outros (para lucrar com isso ou não), nós é que devemos
pensar como eles. O que temos de ver é como eles efectivamente
pensam, e não como nos seria agradável ou conveniente que eles
pensassem.
Fernando Pessoa
É verdade, já dizia o outro:
-“Servir bem e bem servir, dá saúde e faz sorrir”
quinta-feira, janeiro 19, 2006
terça-feira, janeiro 17, 2006
Sou missionário?
Sou missionário?
Não sei se me posso considerar missionário, é certo que já fiz dois projectos de acção social de dois meses cada um, nas ilhas da Republica de Cabo Verde, mas depois de ver este e-mail, posso afirmar que fiquei bastante confuso.
No princípio quando me propus a fazer este tipo de projectos, tinha uma imagem utópica de África, cheia de animais selvagens, paisagens lindas, praias e ondas descomunais, uma temperatura tipicamente tropical e bastante pobreza. É certo que grande parte de África o tem, mas o que encontrei em Cabo Verde foi diferente.
Encontrei praias boas, um calor sufocante, algumas paisagens que se podem considerar bonitas, animais selvagens igual a zero e pobreza QB, relativamente a outros cantos de África e ao que estamos habituados a ver no telejornal e nos filmes.
É certo que passei por muitas privações a nível de higiene, esforço físico extremamente elevado e pressão da ausência (nome que arranjei para a falta que sentia de tudo o que para mim era normal na minha minúscula vidinha em Portugal, principalmente a família e os amigos).
Fiz trabalhos que considero importantes, onde toquei e fui tocado mas nunca me considerei um verdadeiro missionário.
Para mim o verdadeiro missionário era aquele que passava que tempos (anos, no mínimo um ano) num local a dar-se aos outros numa de gratuidade e entrega para com os outros, mas sem duvida tinha que ser “o tal”, “o herói” que passava muito tempo no local, o que me fazia “pôr em causa” o trabalho por mim realizado em Cabo Verde.
Depois de ver o e-mail que vos mando e aconselho a ler, percebi que por menor que seja o esforço, por menor que seja o tempo, seja em Lisboa ou nos confins de África, todo este tipo de serviço é missão! Até mesmo aqueles que ou por força maior, ou por preguiça ou mesmo por terem elevada capacidade financeira e só ajudarem com a massa (mesmo que a oferta seja a mínima possível), até esses estão a servir e a ser de certa forma missionários.
Porquê? Porque estamos dispostos (nem que a disposição seja mínima também) a tornar este mundo um bocadinho de nada melhor. E foi depois de ver este e-mail que me choquei, digeri e finalmente me apercebi de tudo isto.
Sem duvida nenhuma que dou graças a Deus por ter posto a ASUL no meu “Caminho”…Obrigado!!!
Já agora, que tal pensares nisto tu também, ajudar não custa, para ser sincero até acabamos por sair de lá mais cheios, já é altura de pôr as mãos à obra…não achas?
É por estas e por outras que gosto de fazer o que faço na ASUL…
Para ver em silêncio.
Para pensar em silêncio
Mas para partilhar…
…e não esquecer!!!
Bjinhos e abraços Tomás P.G.
terça-feira, janeiro 10, 2006
sábado, janeiro 07, 2006

Tem graça…
Esta é provavelmente uma das imagens de arte Sacra mais conhecidas do mundo, pois está claro, é dos frescos da Capela Sistina, uma pintura do famoso Michelangelo.
O que está engraçado também, é que a imagem do “Homem” da direita é Deus, segundo me ensinaram, e o da esquerda personifica toda a humanidade ou seja nós!
Não sei de arte para falar ou dar pareceres sobre o tema, mas o curioso enquanto católico é que realmente posso constatar que durante toda a minha vida me senti nesta mesma posição estúpida em que está o homem da esquerda…passivo enquanto que Deus se “estica” todo para me tocar…
Já agora vale a pena pensar nisto…não?
terça-feira, janeiro 03, 2006
Ser Metrosexual


Para começar, metrosexual é uma palavra que nem “cabe” ou existe no dicionário do Word. Existe um “metro sexual” (separado atenção), que suponho ser o acto do metro atravessar ininterruptamente os túneis do metro (exceptuando o da linha amarela que desemboca no Campo do Grande e o da linha encarnada que desemboca no Oriente, os outros nunca andei), de estação em estação a uma velocidade sei lá eu de quanto, incansavelmente durante cerca de 20 horas por dia, com paragens de 15 a 20 segundos nas respectivas estações. Ah grandes maquinistas!!!É “non-stop”!!!
Fui procurar na net uma definição deste conceito aberrante do ser metrosexual e surgiram descrições interessantes:
- “Macho urbano, com sentido estético forte, que gasta muito tempo e muito dinheiro na sua aparência e estilo de vida”.
- “Homem que parece estereotipadamente gay, excepto no que toca à sua orientação sexual”.
- “Homem da metrópole, que gosta de usar cabelo arranjado, que rape ou apare a produção filiforme (adorei esta) que cresce na pele (o mesmo seria dizer a penugem ou os pêlos, ou mesmo os pint… mas enfim), gaste dinheiro em cremes para se embelezar e bugigangas para se adornar e tornar a sua aparência mais espalhafatosa/vistosa”.
Foram descobertas e peras, mas puseram-me a pensar seriamente no assunto.
Então quer dizer que ser metrosexual é ser maricas, gastar dinheiro à bruta rapar-se todo, por gel no cabelo e no fim de tudo comer gajas???
Bem a verdade é que quando eu era mais novo, tipo bebé, vivia na cidade de Lisboa que já é considerada uma metrópole, fartava-me de gastar dinheiro (aos meus pais), fartava-me de usar cremes (quanto mais não fosse o halibut com o famoso pó de talco Ausónia por cima para não assar o pandeiro), tinha o cabelo arranjado porque era obrigado e não tinha pêlo, excepto um ou outro mais emancipado mas que também esse era louro e quase imperceptível à vista desarmada. Só não usava era as bugigangas a adornar, usava baby-grow’s e esses fatos para putos que ainda hoje se continuam a usar, mas posso-vos dizer, e eis que chego ao âmago da minha teoria, que nessa altura da minha vida fazia bem mais sucesso com as mulheres do que faço hoje em dia.
Porra será que esta teoria do metrosexualismo está correcta? Será mais fácil safar-me se for metrosexual?
“Dass” nem quero pensar nisso, mas o que é certo é que quando era todo rapadinho, penteadinho e usava cremes e merdas dessas, era vê-las passar e dar beijinhos fosse na praia no campo ou na metrópole…e não falo só de miúdas…é de mais velhas que falo também…todas me queriam tocar…agora fogem…lol
As Babes

Mulheres, fem. plu. de mulher do Lat. (muliere), pessoas do sexo feminino depois da puberdade; pessoas adultas do sexo feminino; esposas; consortes; senhoras; pessoas do sexo feminino pertencentes à classe popular; o conjunto das pessoas do sexo feminino; espécie de jogo. Bot., frágil: planta africana.
Mulherio, sing. masc., grande quantidade de mulheres; as mulheres.
Babe [Beib], sing. vd. Baby. Bebé.
Baby [Beibi], sing., menino ou menina; criança de peito; boneca.
Pois é…indo ao dicionário pouco se fica a saber sobre esta rara “manada” que arrebatou a minha vida nestes últimos meses, tendo atingido o seu expoente máximo durante a passagem de ano de 2005 para 2006 no Monte da Palmeira em Vila Nova da Baronia, concelho de Évora.
Mas também podemos tirar algumas ilações engraçadas através dele…hehe.
Nunca tinha tido a sorte de poder observar tantos exemplares desta espécie ao mesmo tempo e no seu habitat natural…a noite…várias noites…
São sem duvida nenhuma, um grupo de pessoas do sexo feminino (e não são poucas o que é sempre bom), depois da puberdade (oh yeah), adultas do sexo feminino (o suficiente, aliás o que interessa…), não são esposas nem consortes (graças a Deus só uma ou duas…hehe…as outras são de quem as apanhar, desde que elas queiram), são sem duvida nenhuma senhoras (julgo não haver nenhuma “mascarada de” lá para o meio, se houver avisem-me antes que seja tarde demais…lolol), pertencentes à classe popular (se isso quiser dizer que gostam é de “rambóiada”, farra e festa rija entre noitadas de copos e noites de mímica, ou outro jogo qualquer, até mesmo um que se chama tequilha não sei quê, até altas horas da madrugada), mas sem duvida nenhuma frágeis (não no sentido que lhes dá o dicionário de flores africanas, mas no sentido feminil da palavra, no sentido da feminilidade que é tão caracterizador do ser feminino). São Babes de Bebés, meninas (Lá está, eu penso que sim, mas hoje em dia vai-se lá saber, há para ai com cada maluco), crianças de peito (apesar de eu achar que têm mais de peito do que de crianças…hehe) e bonecas (Sem duvida que isso são mesmo, e daquelas que apetece apertar dar festinhas e encher de beijinhos, nem sei explicar bem). Enfim, são as Babes, só conhecendo para saber como, quem e quantas são…lol
A agradecer tenho todas as vezes que já estive com alguma de vocês e a passagem de ano que foi sem duvida nenhuma hilariante…
Beijinhos para todas eu













